domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Quem bom poder voltar com Jorgito
É com muito prazer que descubro que Jorgito (se le Rorrrito) ou Jorge Drexler lanca®á em 16 de março um novo álbum "Amar la trama".
Com certeza valerá a pena tê-lo. O cara é SODA.
Suas músicas, se bem escutadas, tocam na alma.
Espero em breve postar aqui o cd para baixar.
Enquanto isso, curta uma das músicas de seu novo álbum.
Com certeza valerá a pena tê-lo. O cara é SODA.
Suas músicas, se bem escutadas, tocam na alma.
Espero em breve postar aqui o cd para baixar.
Enquanto isso, curta uma das músicas de seu novo álbum.
"Una canción me trajo hasta aquí"
Jorgito es que me pone aqui
Me pongo muy contento en saber que Jorgito, o Jorge Drexler, recien publicó el álbun "Amar la trama".
A mi me encanta este chico, puesto que sus canciones, aun que sea escuchada con atencion, nos tocan el alma.
Ojalá yo tengo aqui las canciones para bajar-las de pronto.
Mientras eso no se pasa, disfrutá la faja:
A mi me encanta este chico, puesto que sus canciones, aun que sea escuchada con atencion, nos tocan el alma.
Ojalá yo tengo aqui las canciones para bajar-las de pronto.
Mientras eso no se pasa, disfrutá la faja:
"Una canción me trajo hasta aquí"
Serra e o não exercício da gestão
Serra teve a maior vitrine que qualquer candidato a presidente poderia aspirar: o governo de São Paulo. Fazer uma revolução em São Paulo é imensamente mais fácil que no Brasil.
O Brasil é díspare; São Paulo é homogêneo. Pactos políticos são mais fáceis em São Paulo. Um governador com visão de futuro teria à sua disposição os melhores quadros do país para articular grandes movimentos de modernização: os melhores institutos, as melhores universidades, as maiores empresas nacionais, a melhor estrutura sindical (Fiesp/CIESP, centrais sindicais, Sebrae), as melhores associações empresariais, as melhores cidades médias, a melhor infra-estrutura, massa crítica de pensadores, organizações sociais, órgãos exemplares de financiamento da pesquisa.
Imagine essas forças sendo articuladas para um plano de disseminação de inovação nas empresas paulistas. Ou um plano de melhoria do valor agregado das exportações paulistas. Ou uma ação integrada, com todos os setores, visando reduzir a criminalidade ou melhorar a assistência social.
Nada se fez, nada. Um governante sem a menor gana de deixar uma herança para o futuro, de ambicionar a ser um Estadista.
Apenas se deu continuidade a obras, como um mero Maluf com apoio da mídia.
As melhores empresas de São Paulo insistiram em bancar, com recursos próprios, programas de qualidade. Serra só aceitou porque eram grandes empresas. Jamais acreditou em gestão e matou os programas por desinteresse.
No campo das articulações com forças sociais e econômicas, foi um governo que se isolou de tudo ou de todos.
Na crise de 2008, só aceitou receber associações empresariais seis meses depois do pedido de audiência, quando algumas delas se reuniram com centrais sindicais e ameaçaram manifestações na porta do Palácio.
Permitiu que a greve da Polícia Civil chegasse às vias do confronto e, depois, aceitou todas as reivindicações.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Momento Clown
Fato inédito na minha vida profissional e um estalo de como fazer esse tipo de cena.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
O Brasil tem jeito.
É bom saber que São Paulo não é o Brasil. Nosso país está agora conquistando de fato a sua independência e, oxalá, parece que não quer andar pra trás.
É só uma pena que o Ciro Gomes não queira ajudar meu estado a se livrar da direita que, graças a São Paulo, ainda faz parte dos brasileiros pensar que pobre tem mesmo que sofrer, ter as casas alagadas, passar fome e ter péssima educação.
Mas até isso espero que um dia mude e os Demos (Arruda e Kassab) e o PSDB (Serra, Fernando Henrique e Yeda) sejam somente um capítulo dos livros de história.
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