A equipe carioca, comandada pelo rei dos pontos corridos, Muricy Ramalho, conquista o campeonato brasileiro de futebol de 2010 e quebra a hegemonia das grandes torcidas que durava desde 2005.
Bom para o futebol que não deve
ter graça quando comandado por 3 times sempre.
Na Europa é assim. Milan, Inter e Juventus na Italia. Barcelona e Real Madrid na Espanha, Bayern M e Stutgart na Alemanha e Ajax e PSV na Holanda, por exemplo, estão sempre entre os que irão ganhar a liga.
Aqui nas terras tupiniquins, desde 2005 Corinthians (05), São Paulo (06, 07 e 08)e Flamengo (09) as trÊs maiores torcidas do país tendem a dominar a liga local, sempre bombardeada por meia dúzia de jornalistas que não conseguem enxergar o óbvio: os pontos corridos além de ser mais justo é muito mais emocionante.
E esse ano quase a hegemonia é mantida. Só não foi porque o Fluminense quebrou tudo: a hegemonia dos grandes e a seca de títulos brasileiros (o último foi em 1984).
Parabéns ao tricolor carioca que depois de amargar uma terceira divisão volta ao lugar que merece e deve sempre estar!
Agora vamos parar com essa balela de tricampeão brasileiro. O campeonato brasileiro começou em 1971 , "punto e basta!"e tudo que vem antes não é brasileiro, bem como em 1987 o campeão brasileiro é o SPORT .
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Brasileirão 2010: reta final
"Fique atualizado! Clique ctrl + d, salve o blog na sua barra de favoritos e acesse sempre para ver as novidades"
Há cinco rodadas mais ou menos, disse numa roda de conversa com os meus alunos que o Campeão Brasileiro de 2010 seria o Cruzeiro.
Eles riram da minha cara, pois o time estava em quarto ou quinto.
Ainda acho que dará o time mineiro como bicampeão, um título justo a Cuca e ao time que se livrou do Boxeador (clique aqui e leia A Kleber o que é de Kleber )
Mas é irresistível a ascensão do Grêmio. Time que lutava pra sair da zona do rebaixamento e que não para de vencer. Prova de que o mala do Renato Gaúcho, vice-campeão da
Libertadores 2008 sabe arrumar um time.
E ainda tem o meu tricolor, o paulista. Fui contra a contratação do professor Pardal, digo, do Carpegiani num momento tão conturbado. Eu não me conformo de não termos contratado o Dorival Junior e preferia um Autuori ou um Abel Braga, mas os resultados tão animando a torcida e se o Jason renascer das trevas... Ano passado quase deu.
Há cinco rodadas mais ou menos, disse numa roda de conversa com os meus alunos que o Campeão Brasileiro de 2010 seria o Cruzeiro.
Eles riram da minha cara, pois o time estava em quarto ou quinto.
Ainda acho que dará o time mineiro como bicampeão, um título justo a Cuca e ao time que se livrou do Boxeador (clique aqui e leia A Kleber o que é de Kleber )
Mas é irresistível a ascensão do Grêmio. Time que lutava pra sair da zona do rebaixamento e que não para de vencer. Prova de que o mala do Renato Gaúcho, vice-campeão da
Libertadores 2008 sabe arrumar um time.
E ainda tem o meu tricolor, o paulista. Fui contra a contratação do professor Pardal, digo, do Carpegiani num momento tão conturbado. Eu não me conformo de não termos contratado o Dorival Junior e preferia um Autuori ou um Abel Braga, mas os resultados tão animando a torcida e se o Jason renascer das trevas... Ano passado quase deu.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Queda de público no brasileirão preocupa
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Toda terça-feira o jornal Lance publica estatísticas do campeonato brasileiro de futebol. Comprei a edição de hoje para observar algo que visualmente já tinha constatado.
Desde o lançamento do campeonato na excelente fórmula dos pontos corridos, em 2003, temos uma queda vertiginosa da média de público no campeonato que em 2007 foi de 17.255 , em 2008, 16.172 e em 2009 17.914.
Em 2010 até agora a média é de 11.124.
Sem nenhuma análise científica para o fato, se é que é possível tê-la, este blogueiro tem lá suas opniões para essa diminuição da média.
Em 1º o esdrúxulo calendário que fez o campeonato começar e parar após 7 rodadas para a Copa do Mundo.
Ora. Um campeonato brasileiro, em geral, começa com o público baixo e a medida que as rodadas vão passando o público se dá conta de que ele está acontecendo e passa a frequentar os estádios. A pausa ocorrida esfriou tudo novamente e foi como se o campeonato tivesse começado na 8ª rodada, sendo que as primeiras sete, antes do campeonato pegar, também contam na média.
E aí eu pergunto: precisava ter parado o campeonato?
A seleção brasileira quase não tinha jogador dos times locais. A CBF podia então ter mantido uma rodada por semana com todos os jogos no mesmo dia e horário e por quatro rodadas apenas não teríamos tido a pausa nas atividades.
Além disso, os jogos da Copa na África não eram transmitidos de noite no Brasil. Logo, teria espaço para continuar a competição. Impossível ter uma explicação racional para a pausa.
No mais, este campeonato sofre de um problema sério: grandes estádios fechados para reformas da Copa do Mundo 2014 e times que lideram sem estádio próprio.
E aí você vê o quanto ainda somos desorganizados. Porque desde o começo de 2010 o Clube dos 13 que deveria organizar os clubes no Brasil poderia ter criado um planejamento de ação e marketing para que o torcedor sentisse que os estádios menores são também as suas casas. E mais: seria preciso uma ação integrada de Cruzeiro, Atlético MG, Flamengo e Fluminense (só para citar os mais afetados pelo momento) para definir sedes e facilidades para a chegada do torcedor.
Fora, é bom dizer, que a atitude mesquinha do presidente do Corinthians faz o time que luta pelo título jogar num estádio para 30 mil pessoas quando podia jogar num de 60 mil, lotando-o toda semana e fazendo o futebol estar na boca do povo novamente.
Somos um país caótico em organização futebolística e não é de hoje. O problema é que o caos de 2010 gerará rapidamente aqueles pseudo-comentaristas que dirão que a queda de público é por causa da fórmula do campeonato e não pela incompetência de nossos dirigentes.
Toda terça-feira o jornal Lance publica estatísticas do campeonato brasileiro de futebol. Comprei a edição de hoje para observar algo que visualmente já tinha constatado.
Desde o lançamento do campeonato na excelente fórmula dos pontos corridos, em 2003, temos uma queda vertiginosa da média de público no campeonato que em 2007 foi de 17.255 , em 2008, 16.172 e em 2009 17.914.
Em 2010 até agora a média é de 11.124.
Sem nenhuma análise científica para o fato, se é que é possível tê-la, este blogueiro tem lá suas opniões para essa diminuição da média.
Em 1º o esdrúxulo calendário que fez o campeonato começar e parar após 7 rodadas para a Copa do Mundo.
Ora. Um campeonato brasileiro, em geral, começa com o público baixo e a medida que as rodadas vão passando o público se dá conta de que ele está acontecendo e passa a frequentar os estádios. A pausa ocorrida esfriou tudo novamente e foi como se o campeonato tivesse começado na 8ª rodada, sendo que as primeiras sete, antes do campeonato pegar, também contam na média.
E aí eu pergunto: precisava ter parado o campeonato?
A seleção brasileira quase não tinha jogador dos times locais. A CBF podia então ter mantido uma rodada por semana com todos os jogos no mesmo dia e horário e por quatro rodadas apenas não teríamos tido a pausa nas atividades.
Além disso, os jogos da Copa na África não eram transmitidos de noite no Brasil. Logo, teria espaço para continuar a competição. Impossível ter uma explicação racional para a pausa.
No mais, este campeonato sofre de um problema sério: grandes estádios fechados para reformas da Copa do Mundo 2014 e times que lideram sem estádio próprio.
E aí você vê o quanto ainda somos desorganizados. Porque desde o começo de 2010 o Clube dos 13 que deveria organizar os clubes no Brasil poderia ter criado um planejamento de ação e marketing para que o torcedor sentisse que os estádios menores são também as suas casas. E mais: seria preciso uma ação integrada de Cruzeiro, Atlético MG, Flamengo e Fluminense (só para citar os mais afetados pelo momento) para definir sedes e facilidades para a chegada do torcedor.
Fora, é bom dizer, que a atitude mesquinha do presidente do Corinthians faz o time que luta pelo título jogar num estádio para 30 mil pessoas quando podia jogar num de 60 mil, lotando-o toda semana e fazendo o futebol estar na boca do povo novamente.
Somos um país caótico em organização futebolística e não é de hoje. O problema é que o caos de 2010 gerará rapidamente aqueles pseudo-comentaristas que dirão que a queda de público é por causa da fórmula do campeonato e não pela incompetência de nossos dirigentes.
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