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domingo, 18 de novembro de 2012

Palmeiras e a saga verde.

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Também o entretenimento faz parte de um ideal. Suas escolhas são sempre subjetivas e, por isso, cabem aqui.
Como não falar do 2º rebaixamento do Palmeiras no campeonato brasileiro?

Já disse em diversos lugares que o Palmeiras é a nova Portuguesa do futebol paulista, e isso se confirma a cada ano.

Vamos aos fatos!



Primeiro é importante salientar que este blogueiro considera importante apenas os títulos de clubes: mundial, libertadores e brasileiro. As copas do Brasil e Sul-americana (bem como as antigas supercopa sulamericana, mercosul e comebol) são copas divertidas, mas de média importância. Já regionais e estaduais são perda de tempo.

Dito isto, o Palmeiras, desde o final da década de 70 tem 3 títulos importantes: brasileiro de 93 e 94 e libertadores de 99.

3 títulos em quase 30 anos é uma piada! Não dá pra considerá-los grande.

Desde essa época também as pesquisas de torcida apresentam queda de palmeirenses ano a ano.

Este é um ciclo que se auto-alimenta: poucos títulos, poucos times bons, cada vez menos torcida.

A tendência é que nos próximos anos sobrem uns poucos palmeirenses saudosistas de um time que um dia foi considerado grande.

Exatamente como a Portuguesa que há algumas décadas era considerada grande e seus jogos clássicos paulistas.

E assim, segue a saga verde para ser a nova Lusa paulista.

nos próximos dias vou escrever aqui sobre a decadência do futebol paulista e qual a principal razão para isso. Fique ligado!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Neymar ou o Calopsita dançante.

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Há mais ou menos um ano escrevo aqui sobre a enganação chamada Neymar e que eu vinha chamando de #caicai , mas que vou adotar o mais recente nickname capturado de uma amiga minha, o Calopsita dançante.
Tente puxar na memória uma grande partida desse jogador em partidas realmente importantes ou decisivas?
Eu lembro somente de uma, em mais de 2 anos de carreira do menino: a última semifinal do campeonato (hein?) paulista, ou torneio regional de verão, entre Santos e SPFC.
Toda vez que a Calopsita Dançante enfrenta um jogo mais difícil some em campo. Foi assim na Copa America 2011 e mais recentemente contra o Velez e contra o Corinthians, pela libertadores e os jogos da seleção brasileira, com derrotas para México e Argentina.
Mas, porque a imprensa insiste em dizer que ele é diferenciado?
Primeiramente, e principalmente, porque ele faz bem o marketing pessoal do menino divertido e simpático. Gosta de dar showzinho, dançar e continua com seu topete de calopsita transformando o campo numa pista de carnaval.
Claro que, na média, ele se destaca nos campeonatos locais. Sim, ele joga mais do que quase todos os jogadores no Brasil!
Mas, o que deixa o Santos ser diferenciado é um jogador chamado Paulo Henrique Ganso, esse sim um craque.
O papinho da moda é de que o Calopsita deveria jogar na Europa para aprender a jogar contra times difíceis. Mais um engano!
Se esse garoto for pra Europa ele vai sumir e corre o risco de nem jogar a copa 2014. Porque, seguindo os passos de seu ídolo Pipoquinho, ou melhor, Robinho, na Europa vai ficar evidente que ele nada mais é do que um firulento.
Sinceramente, como admirador do futebol bem jogado quero voltar aqui e dizer: estava errado e o garoto joga muito!
Mas acho que esse risco não corro.


 
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fluminense Quebra Tudo

A equipe carioca, comandada pelo rei dos pontos corridos, Muricy Ramalho, conquista o campeonato brasileiro de futebol de 2010 e quebra a hegemonia das grandes torcidas que durava desde 2005.

Bom para o futebol que não deve
ter graça quando comandado por 3 times sempre.
Na Europa é assim. Milan, Inter e Juventus na Italia. Barcelona e Real Madrid na Espanha, Bayern M e Stutgart na Alemanha e Ajax e PSV na Holanda, por exemplo, estão sempre entre os que irão ganhar a liga.

Aqui nas terras tupiniquins, desde 2005 Corinthians (05), São Paulo (06, 07 e 08)e Flamengo (09) as trÊs maiores torcidas do país tendem a dominar a liga local, sempre bombardeada por meia dúzia de jornalistas que não conseguem enxergar o óbvio: os pontos corridos além de ser mais justo é muito mais emocionante.
E esse ano quase a hegemonia é mantida. Só não foi porque o Fluminense quebrou tudo: a hegemonia dos grandes e a seca de títulos brasileiros (o último foi em 1984).

Parabéns ao tricolor carioca que depois de amargar uma terceira divisão volta ao lugar que merece e deve sempre estar!

Agora vamos parar com essa balela de tricampeão brasileiro. O campeonato brasileiro começou em 1971 , "punto e basta!"e tudo que vem antes não é brasileiro, bem como em 1987 o campeão brasileiro é o SPORT .

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasileirão 2010: reta final

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Há cinco rodadas mais ou menos, disse numa roda de conversa com os meus alunos que o Campeão Brasileiro de 2010 seria o Cruzeiro.

Eles riram da minha cara, pois o time estava em quarto ou quinto.

Ainda acho que dará o time mineiro como bicampeão, um título justo a Cuca e ao time que se livrou do Boxeador (clique aqui e leia A Kleber o que é de Kleber  )

Mas é irresistível a ascensão do Grêmio. Time que lutava pra sair da zona do rebaixamento e que não para de vencer. Prova de que o mala do Renato Gaúcho, vice-campeão da
Libertadores 2008 sabe arrumar um time.

E ainda tem o meu tricolor, o paulista. Fui contra a contratação do professor Pardal, digo, do Carpegiani num momento tão conturbado. Eu não me conformo de não termos contratado o Dorival Junior e preferia um Autuori ou um Abel Braga, mas os resultados tão animando a torcida e se o Jason renascer das trevas... Ano passado quase deu.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Queda de público no brasileirão preocupa

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Toda terça-feira o jornal Lance publica estatísticas do campeonato brasileiro de futebol. Comprei  a edição de hoje para observar algo que visualmente já tinha constatado.
Desde o lançamento do campeonato na excelente fórmula dos pontos corridos, em 2003, temos uma queda vertiginosa da média de público no campeonato que em 2007 foi de 17.255 , em 2008, 16.172 e em 2009 17.914.
Em 2010 até agora a média é de 11.124.
Sem nenhuma análise científica para o fato, se é que é possível tê-la, este blogueiro tem lá suas opniões para essa diminuição da média.
Em 1º o esdrúxulo calendário que fez o campeonato começar e parar após 7 rodadas para a Copa do Mundo.
Ora. Um campeonato brasileiro, em geral, começa com o público baixo e a medida que as rodadas vão passando o público se dá conta de que ele está acontecendo e passa a frequentar os estádios. A pausa ocorrida esfriou tudo novamente e foi como se o campeonato tivesse começado na 8ª rodada, sendo que as primeiras sete, antes do campeonato pegar, também contam na média.
E aí eu pergunto: precisava ter parado o campeonato?
A seleção brasileira quase não tinha jogador dos times locais. A CBF podia então ter mantido uma rodada por semana com todos os jogos no mesmo dia e horário e por quatro rodadas apenas não teríamos tido a pausa nas atividades.
Além disso, os jogos da Copa na África não eram transmitidos de noite no Brasil. Logo, teria espaço para continuar a competição. Impossível ter uma explicação racional para a pausa.

No mais, este campeonato sofre de um problema sério: grandes estádios fechados para reformas da Copa do Mundo 2014 e times que lideram sem estádio próprio.

E aí você vê o quanto ainda somos desorganizados. Porque desde o começo de 2010 o Clube dos 13 que deveria organizar os clubes no Brasil poderia ter criado um planejamento de ação e marketing para que o torcedor sentisse que os estádios menores são também as suas casas. E mais: seria preciso uma ação integrada de Cruzeiro, Atlético MG, Flamengo e Fluminense (só para citar os mais afetados pelo momento) para definir sedes e facilidades para a chegada do torcedor.

Fora, é bom dizer, que a atitude mesquinha do presidente do Corinthians faz o time que luta pelo título jogar num estádio para 30 mil pessoas quando podia jogar num de 60 mil, lotando-o toda semana e fazendo o futebol estar na boca do povo novamente.
Somos um país caótico em organização futebolística e não é de hoje. O problema é que o caos de 2010 gerará rapidamente aqueles pseudo-comentaristas que dirão que a queda de público é por causa da fórmula do campeonato e não pela incompetência de nossos dirigentes.