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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Cultura também é Educação!: Aumento dos pontos de cultura em São Paulo.
clique para ler: Cultura também é Educação!: Aumento dos pontos de cultura em São Paulo. - A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e o secretário de Cultura do estado de São Paulo, Marcelo Araújo, tiveram uma primeira reunião de tr...
sábado, 15 de setembro de 2012
Cultura volta a ser grande.
(clique no título acima para ver a postagem completa)
Anta de Hollanda, ops, Ana, já vai tarde (clique aqui pra ver postagens minhas sobre ela) . Tenho esperança de que agora a cultura volta a ser grande.
Por isso, reproduzo a carta de Juca Ferreira, ex-ministro da cultura à nova ministra Marta Suplicy.
Anta de Hollanda, ops, Ana, já vai tarde (clique aqui pra ver postagens minhas sobre ela) . Tenho esperança de que agora a cultura volta a ser grande.
Por isso, reproduzo a carta de Juca Ferreira, ex-ministro da cultura à nova ministra Marta Suplicy.
"Cara Ministra,
Quero parabenizá-la e manifestar meu contentamento e minha confiança de que o Ministério da Cultura, sob sua liderança, irá contribuir com o desenvolvimento do país através de políticas e ações à altura da grandeza e da importância da cultura e das artes brasileiras. Sua trajetória pública tem revelado uma sensibilidade política contemporânea e uma generosidade ao tratar das questões inerentes à condição humana. Com sua nomeação, o Ministério da Cultura retorna ao século XXI.
Tenho certeza de que a riqueza da nossa diversidade cultural e das nossas manifestações artísticas receberá do ministério o carinho e a dedicação que merece e que o MinC irá trabalhar sob seu comando para que o desenvolvimento cultural esteja sempre ao acesso de todos os brasileiros em todas as regiões e rincões deste grande país, como um direito fundamental.
O Brasil vive um grande momento, consolidando sua democracia, crescendo economicamente e incluindo milhões de brasileiros. Mas essa obra só estará completa se lograrmos garantir o desenvolvimento cultural do país.
Quero mais uma vez parabenizá-la, desejar sorte e sucesso diante desse novo desafio e me coloco à disposição para colaborar no que a Ministra considerar importante.
Um afetuoso abraço, Juca Ferreira, Madrid, 14 de setembro de 2012."
quinta-feira, 22 de março de 2012
Ex-ministro diz que Ana de Hollanda "desconstruiu" avanços da era Lula
(clique no título acima para ver a postagem completa)
Para Ferreira, o maior desafio do Governo na área da cultura é passar a enxergá-la como parte importante do plano de desenvolvimento do Brasil. "Nós partimos do princípio que cultura é estratégia, é fundamental. Você não desenvolve um país aumentando apenas a capacidade produtiva e desenvolvendo a economia. O desafio é retomar esse caminho", concluiu.
fonte: http://diversao.terra.com.br/noticias/0,,OI5678367-EI25,00-Exministro+diz+que+Ana+de+Hollanda+desconstruiu+avancos+da+era+Lula.html
O ex-ministro da Cultura Juca Ferreira, que comandou a pasta nos dois últimos anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quarta-feira (21), em entrevista em São Paulo, que sua sucessora, a ministra Ana de Hollanda, "desconstruiu" as ações desenvolvidas pelo ministério no governo anterior. O político, que atualmente vive na Espanha, mas viajou à capital paulista para participar do seminário de abertura do Fórum Internacional de Gestão Cultural, realizado no Conjunto Nacional, evitou criticá-la diretamente, apesar de não ter escondido sua insatisfação com o que vem sendo feito atualmente.
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"Para a minha surpresa, em um Governo de continuidade com essas características, o Ministério da Cultura teve uma postura de ruptura", alfinetou. "Não foi nem de colocar algo no lugar. Na verdade, foi de desconstruir o que foi feito nos oito anos do governo Lula. Em muitas partes do mundo, tomam como referência o que fizemos. Então essa desconstrução não se justifica, não aponta um avanço. Pelo contrário."
Ferreira evitou aprofundar suas críticas para não ser "deselegante" e por não estar acompanhado de perto a gestão da ministra. Ele também fez questão de ressaltar que, apesar do descontentamento com sua antiga área, aprova o Governo de Dilma Rousseff.
"Acho que Dilma está indo muito bem, dando continuidade a um processo que se iniciou com Lula. Desde a redemocratização o Brasil vem avançando, mas deu um salto enorme no governo Lula", justificou. "Dilma está mostrando muita competência na administração da economia neste momento de crise e enfrentando uma conjuntura diferente da que Lula enfrentou."
fonte: http://diversao.terra.com.br/noticias/0,,OI5678367-EI25,00-Exministro+diz+que+Ana+de+Hollanda+desconstruiu+avancos+da+era+Lula.html
terça-feira, 20 de março de 2012
Manifesto de Chauí e intelectuais sobre MinC no Petition on Line
(clique no título acima para ver a postagem completa)
A carta divulgada ontem pelo Estadão (abaixo) assinada por alguns intelectuais, entre eles Marilena Chaui, histórica militante petista, está agora no Petition on Line e pode ser assinada por todos que com ela concordam. O leitor pode acessá-la por este link http://peticaopublica.com.br/?pi=P2012N22382
Entre outros trechos fortes, o manifesto diz:
“O despreparo para a prática do diálogo e do embate crítico por parte dos atuais responsáveis pelo MinC é dolorosamente evidente. É assustador, por exemplo, que em recente entrevista a ministra afirme que tem vivido uma ‘guerra de nervos’ e que todo o seu universo de preocupação esteja reduzido à sensação de que os que discordam de sua gestão estejam apenas querendo derrubá-la de seu posto.”
Segue o manifesto:
Na última década, o Ministério da Cultura transformou-se em uma área especialmente dinâmica do governo federal. Ao reconhecer a importância primária das práticas de sentido para a vida social, o Estado deu-se finalmente conta de que tem responsabilidades incontornáveis no que toca ao estímulo, apoio e defesa das manifestações criativas que emergem do povo, ou melhor, dos povos brasileiros como expressão de sua vitalidade e de sua personalidade.
À medida que o país foi ganhando projeção internacional, maior foi se tornando a necessidade de definirmos e consolidarmos a contribuição distintiva que o Brasil espera estar em condições de dar à civilização mundial. Com este objetivo, a abertura da esfera pública a uma multiplicidade de agentes e ações, oriundos de todas as regiões do Brasil, ligados à criação de cultura, isto é, de valor existencial – artistas, ativistas digitais, produtores culturais, editoras independentes, coletivos experimentais, criadores da moda e do design, intelectuais, povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas, movimentos contra a discriminação de gênero e de orientação sexual, ambientalistas, grupos culturais dos mais variados matizes e propósitos – constituiu-se em uma das experiências institucionais mais inovadoras que o Estado brasileiro jamais promoveu.
Sob a liderança das gestões da cultura durante os 8 anos do governo Lula, o acolhimento entusiástico de uma vasta gama de manifestações antropológicas, tradicionais como modernas, regionais como nacionais, locais como globais, deu direito de cidadania e densidade politica a vários conceitos novos, doravante parte de nosso vocabulário de política pública: “cultura digital”, “pontos de cultura”, “cultura viva”, “patrimônio imaterial”, “cidades criativas”, “economia da cultura”, “diversidade cultural”, “creative commons”, “compartilhamento”, “cultura e pensamento”, “cidadania colaborativa”, “participação setorial” e tantos outros. Um Plano Nacional de Cultura foi redigido pelo MinC com ampla participação dos setores interessados, e foi aprovado pelo Congresso Nacional. Tratou-se de um esforço consistentemente democrático de transformação da agitação social em meio de conquista de uma voz pública, de expressão da força viva dos povos de nosso país nos termos de um discurso de dimensões propriamente políticas, no sentido mais nobre da palavra.
Sob a liderança das gestões da cultura durante os 8 anos do governo Lula, o acolhimento entusiástico de uma vasta gama de manifestações antropológicas, tradicionais como modernas, regionais como nacionais, locais como globais, deu direito de cidadania e densidade politica a vários conceitos novos, doravante parte de nosso vocabulário de política pública: “cultura digital”, “pontos de cultura”, “cultura viva”, “patrimônio imaterial”, “cidades criativas”, “economia da cultura”, “diversidade cultural”, “creative commons”, “compartilhamento”, “cultura e pensamento”, “cidadania colaborativa”, “participação setorial” e tantos outros. Um Plano Nacional de Cultura foi redigido pelo MinC com ampla participação dos setores interessados, e foi aprovado pelo Congresso Nacional. Tratou-se de um esforço consistentemente democrático de transformação da agitação social em meio de conquista de uma voz pública, de expressão da força viva dos povos de nosso país nos termos de um discurso de dimensões propriamente políticas, no sentido mais nobre da palavra.
Como herdeiro legítimo deste legado, o governo Dilma tem um grande desafio pela frente. É enorme a expectativa dos inúmeros grupos envolvidos no processo de emancipação cultural iniciado nas gestões passadas. Os que acompanham, como cidadãos, essa histórica reviravolta inquietam-se sobre a orientação que irá prevalecer uma vez encerrado o primeiro ano de uma gestão federal de cultura marcado por hesitações, conflitos e por mudanças de rumo que nos têm parecido infelizes.
É inevitável constatar que houve inúmeras perdas de visibilidade e de nitidez no horizonte da política cultural, comprometendo a imagem de um país que avança para o futuro sem perder a relação com seu passado, e que se moderniza sem destruir suas tradições. Depois de inúmeras notícias desalentadoras ao longo do ano que passou, a opinião pública constata que a presente gestão de nossa política cultural vem se mostrando descomprometida com o legado das conquistas recentes neste âmbito, como o atestam as inúmeras iniciativas de grande impacto dentro e fora do País. É digno de nota, em particular, o que parece ser o total desconhecimento, por parte da atual gestão do MinC, do debate internacional sobre os desafios que o novo regime capitalista globalizado coloca para os criadores em todos os âmbitos da cultura, nesta época em que a criação de valores existenciais se viu capturada e sujeitada pela produção de valor econômico.
O despreparo para a prática do diálogo e do embate crítico por parte dos atuais responsáveis pelo MinC é dolorosamente evidente. É assustador, por exemplo, que em recente entrevista a ministra afirme que tem vivido uma “guerra de nervos” e que todo o seu universo de preocupação esteja reduzido à sensação de que os que discordam de sua gestão estejam apenas querendo derrubá-la de seu posto, deixando de lado o sentido maior da vida democrática que é a possibilidade do diálogo e da reconciliação em benefício de algo público e de grandeza comum.
A criação cultural é indissociável da construção inovadora de horizontes para o País, é a cultura que forma as realidades que nos condicionam e projetam os destinos da vida em comum. Não faz mais sentido pensar nos quadros anacrônicos que tinham a chamada “infraestrutura”, ou economia, como elemento primacial da vida humana, ao passo que a cultura, ou “superestrutura”, era vista como artigo de luxo. Pois não é possível, justamente, entrarmos em pleno século 21 equipados com uma “superestrutura” mental que data do século 19. É um engano gravíssimo um Estado contemporâneo não dar a devida importância à agenda das políticas culturais, pois a economia sem a cultura não pode mais do que propagar a desvalorização de uma sociedade, colocando-a a mercê de interesses estritamente econômicos.
Desde que a crise global se abateu sobre o ocidente capitalista em 2008, a agenda cultural se tornou um tema ainda mais importante para nós e as disputas de sentido vão direcionando os possíveis caminhos a seguir. Ora, foi precisamente neste momento crítico que passamos a constatar a decadência do protagonismo do governo federal na área da política cultural, com a trágica perda de capacidade para gerar consensos mínimos e coordenar o desenho de horizontes para os inúmeros segmentos que estavam sendo reconhecidos pelo governo Lula. Esse perigoso isolamento do MinC pode nos fazer retroceder mais e mais nos próximos anos, ainda que a prosperidade econômica se mantenha. A mera celebração de uma “cultura” concebida como excedente simbólico entregue a profissionais consagrados da indústria de entretenimento certamente não pode substituir a consciência ativa do papel central que a força de trabalho criativa passou a desempenhar no cenário do novo regime capitalista. O MinC de hoje desconhece os sistemas de acumulação financeira, de ganho unilateral de corporações com os direitos autorais e de imagens. Ao tornar-se refém de um modelo institucional arcaico, o governo federal vai aceitando que as forças mais reativas do modelo neoliberal passem a conduzir as subjetividades, tornando-se um instrumento para sustentar apenas desejos sociais compulsivos de consumo, como se estes fossem o meio de produção de sociabilidade.
Neste sentido, a escolha do(a) ministro(a) que a Presidenta tem em suas mãos é um dos trunfos fundamentais na consolidação do projeto de país que se começou a implantar desde o fim da ditadura militar. Esta é uma responsabilidade crucial do governo federal e da sociedade civil, não podendo ser deixada ao sabor da Realpolitik e seus jogos de acomodação partidária. Esperamos que Dilma Rousseff, que tem mostrado grande competência na condução do País em outros setores, confirmada pelos altos índices de aceitação popular, tenha sensibilidade e coragem para indicar um ministro da cultura à altura do que requer este cargo, em vista da importância do Brasil no cenário mundial contemporâneo. Um(a) ministro(a) que alie uma escuta fina para a diversidade cultural, no acompanhamento das complexas demandas culturais internas e na articulação ousada com o cenário internacional, sobretudo em torno dos problemas deste novo estatuto da cultura.
A experiência acumulada por este nome escolhido é algo essencial neste momento. Quer em termos profissionais, quer em familiaridade com a política da criação contemporânea e a rica variedade a de suas manifestações, uma liderança suprapartidária e democrática é o que pode garantir um pulso firme e uma capacidade de gestão dinâmica, de verdadeira liderança nesta direção que o presente nos aponta. Nós signatários, como todos os produtores de cultura neste País, temos nossa parcela de responsabilidade nesta tarefa: cabe a nós o apoio ao futuro portador desta inteligência de qualidade cultural e a exigência de uma escolha acertada para os próximos anos da atual gestão federal neste importante âmbito da vida nacional.
MARILENA CHAUÍ, EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO, SUELY ROLNIK, LAYMERT GARCIA DOS SANTOS, GABRIEL COHN, MANUELA CARNEIRO DA CUNHA, MOACIR DOS ANJOS
sábado, 17 de março de 2012
Gil, que falta você faz!
(clique no título acima para ver a postagem completa)
Veja o vídeo dessa postagem e perceba como um dia o Brasil já teve um excelente e moderno ministro da Cultura. (Gil, que falta você faz!)
Gilberto Gil from FLi Multimídia on Vimeo.
Veja o vídeo dessa postagem e perceba como um dia o Brasil já teve um excelente e moderno ministro da Cultura. (Gil, que falta você faz!)
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Debate: Rumos da Cultura
Eu, que estou apoiando aqui a saída da ministra da cultura, a quem "carinhosamente" tenho chamado de Anta de Holanda, coloco um interessante debate sobre o tema.
Interessante porque, apesar do Ney Piacentini não criticar a ministra como deveria, e é para isso que ele estava lá, tem posicões bem antagonicas: Ney - progressista, ou seja, que quer a cultura como bem público e Odilon, privatista, que quer todas as benesses a poucos da classe "artística".
Enquanto a GLOBO.com não arruma a incorporação, clique aqui para ver:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1508067-7823-MUDANCAS+NA+POLITICA+CULTURAL+DIVIDEM+O+GOVERNO+BRASILEIRO,00.html
Mas o debate foi bom mesmo porque a Monica é completa ignorante no assunto e deixou o tema fluir, como a maioria das vezes os jornalistas da globonews não deixam.
Interessante porque, apesar do Ney Piacentini não criticar a ministra como deveria, e é para isso que ele estava lá, tem posicões bem antagonicas: Ney - progressista, ou seja, que quer a cultura como bem público e Odilon, privatista, que quer todas as benesses a poucos da classe "artística".
Enquanto a GLOBO.com não arruma a incorporação, clique aqui para ver:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1508067-7823-MUDANCAS+NA+POLITICA+CULTURAL+DIVIDEM+O+GOVERNO+BRASILEIRO,00.html
Mas o debate foi bom mesmo porque a Monica é completa ignorante no assunto e deixou o tema fluir, como a maioria das vezes os jornalistas da globonews não deixam.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
CPI do Ecad já tem as 27 assinaturas necessárias
CPI do Ecad já tem as 27 assinaturas necessárias
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Eu como ator estou na campanha para a saida da ministra da cultura. Já está mais do que na hora.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Se Ana de Holanda quer guerra, por que seus assessores pedem paz?
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Fala Gil!
Tá na hora de Gilberto Gil falar.
Se o cara chamasse a imprensa para defender o que foi o seu ministério talvez a Anta de Hollanda, ops, a Ana de Holanda ficasse receosa desse retrocesso que ela tem feito com o Ministério da Cultura Brasileiro, porque a cultura é de todos, e não de que faz.
Que as classes lutem por seus direitos é justo, mas não é justo que o Ministério lute pelo direito de pequenas classes.
Se o cara chamasse a imprensa para defender o que foi o seu ministério talvez a Anta de Hollanda, ops, a Ana de Holanda ficasse receosa desse retrocesso que ela tem feito com o Ministério da Cultura Brasileiro, porque a cultura é de todos, e não de que faz.
Que as classes lutem por seus direitos é justo, mas não é justo que o Ministério lute pelo direito de pequenas classes.
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