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segunda-feira, 2 de abril de 2012

A perda do mundo real.

(clique no título acima para ver a postagem completa)


Uma vez divaguei aqui sobre Amizades (clique aqui para ver). 


Retomando a ideia de que para se manter uma amizade verdadeira é preciso muito esforço, tenho avançado nessas questões porque tenho tido a sensação de que isso tem se tornado uma utopia, cada vez mais difícil de se concretizar no mundo do séc XXI.


Eu, que sou um internauta dos mais assíduos, não consigo aceitar que para muitos o encontro virtual basta. A vida, que pulsa a partir do encontro, tem deixado de pulsar graças as tecnologias.


Tecnologias que exigem que as pessoas trabalhem cada vez mais horas para adquirí-las. 


E que, por consequencia, dêem cada vez menos atenção à vida real.


Quando aqui e alí, pessoas debatem sobre os malefícios dela, são tachados de retrógrados ou antiquados. Eu não quero dizer que estou contra a tecnologia, mas o problema é o uso que a humanidade tem feito dela.


Cito aqui um caso pessoal apenas para exemplificar o pensamento.


Quando escrevi a divagação linkada acima, estava num outro continente, isolado de todas as pessoas mais próximas e cotidianas. E, curiosamente, essas pessoas davam mostras efusivas de sentir falta da minha presença, e, admito, a recíproca era verdadeira. Então, 4 meses depois volto à terra natal. E eis que quase nenhuma destas pessoas deu 1 ou 2h da sua vida para sentar e saber como foram as coisas, como eu estou nesse momento e quais os planos futuros. Somado todo o período, já são 7 meses de diferença.


Não, essa não é uma postagem para reclamar de ninguém e nem cobrar nada. Mas é desse fato que vem a reflexão, e não tem como não citá-lo.


Voltando então a ela, pergunto:
- Quais os desejos reais das pessoas? 
- Que valores hoje são seguidos e difundidos?
- O que restará de uma humanidade cada vez mais isolada em seu mundo virtual?


Mais pra frente voltarei ao tema para fazer uma conexão entre o estudo do livro "Cidade de Muros" de Tereza Caldeira e o isolamento e a solidão gerados pela perda dos vínculos de amizade.



 
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A amizade continua sempre que quiseres.


Essa postagem começa clicando aqui...


...  O que tenho visto é que a distância não rompe os laços de amizade quando eles são fortes e sinceros. E digo isso sem medo de ser piegas.


Na verdade, o tempo só filtra quem realmente foi importante ou não. Mas isso não quer dizer que a amizade por si só se manterá viva.


É preciso um esforço enorme em mantê-la cotidiana, ainda que o cotidiano nos tenha afastado.


E é nesse ponto que muitas amizades se perdem, pois não é um trabalho fácil rearranjar sua vida para incluir nela de volta aquelas pessoas tão boas que um dia você já conviveu.


Numa época que o virtual é tão forte e o apelo ao trabalho incessante tão intenso, organizar a vida pra fazer dela momentos de prazer e felicidade constantes é complexo.


Tenho um prazer enorme em saber que 2011 foi um ano de retomada de muitas dessas amizades.


Fe, Iva, Clau, Su, Ju voltaram com força total ao meu dia-a-dia. Outros continuam sempre presentes, mesmo com minha mudança de endereço e trabalho, como Mag,Pati, Deia, Li, Line, Gu, Juli entre outros tantos que não vou poder citar todos, que continuam fazendo parte cotidianamente da minha história.


E você, tem batalhado pra manter ao seu lado quem realmente importa?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A amizade sobrevive à distância?

Já escrevi aqui algo próximo a esse tema, mas como à pouco conversava sobre isso com uma amiga resolvi desenvolver novamente o tema.


Tenho 33 anos e já vivi bastante coisa. Especialmente porque não sou uma pessoa acomodada ou que gosta de um cotidiano entendiante. 


E nessas andanças de diversos empregos, projetos, faculdades, escolas, cidades e países conheci muita, mas muita gente interessante e que, cada um a seu tempo, teve suas pessoas especiais onde laços fortes de amizade foram criados.


Pois bem. Os laços que criamos são circunstâncias que a vida nos traz. Conhecemos uma pessoa na faculdade e durante 4 ou 5 anos convivemos todos os dias com ela. Ou entramos num projeto que dura 6 meses, mas onde você fica tão imerso nele que foi como se durasse o tempo do outro.


Mas, de repente, a circunstância encerra seu ciclo: você se forma, o projeto acaba etc...
Com isso vem a distância porque, afinal, a vida não para e você vai criar novos laços em outros lugares.


Essa distância rompe os laços de amizade que pareciam tão sólidos? Terão sido superficiais os encontros da vida?
A vida, aliás, é de fato efêmera?


clique aqui para continuar

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Amigos de carnaval

Tu já ouviste falar em AMIGO DE CARNAVAL?
Pois é, essa eu não conhecia, mas descobri que eles existem.
Tem uns moleques aqui onde eu moro que eu encontrei na mesma tenda de carnaval do ano passado.
Quem olhasse de fora acharia que éramos amigos antigos e muito próximos. Nos divertíamos, nos abraçávamos, brincávamos e um protegia o outro de possíveis confusões.
A festa que fizeram quando eu cheguei no último dia um pouco mais tarde foi impressionante, típico do melhor amigo que reapareceu depois de um tempo sumido...rs
E aí chega o final de noite. Todo mundo se abraça e diz:
-Até o ano que vem!


Como assim?
Sou pisciano e não sei lidar com essas coisas assim de forma descartável. Facilmente crio laços e como é possível romper tudo e dizer até o ano que vem?
Pois é, mas ficou assim mesmo.
Matheus, Danilo, Gabriel, João Vitor, Guilherme e Rafael são os meus novos AMIGOS DE CARNAVAL!