quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Cola do voto

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Agora tá feito. Eu vou clicar na imagem abaixo, mandar imprimi-la e levá-la no dia da votação.
 
Aproveite e veja em quem voto:
Clique aqui para ler sobre o porque voto em Plínio 50 para presidente
Clique aqui para ler sobre o porque voto em Anaí 29 pra governadora de SP
Clique aqui para ler sobre  o porque voto em Ana Luiza 160  no senado
Clique aqui para ler sobre o porque voto em Marta 133 no senado
Clique aqui para ler sobre o porque voto em Giannazi 50789 deputado estadual.
Clique aqui para ver porque voto em Erundina 4021 para deputada federal.

Nesse vídeo Erundina fala de reforma política e uma excelente análise da candidatura Tiririca



terça-feira, 28 de setembro de 2010

A violência, os paulistas e o PSDB.

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Hoje temos o último debate para governador no estado de SP, pela Rede Globo de Televisão.
Estado de São Paulo que há 16 anos é comandado pelo PSDB, mas que teve também 12 anos de PMDB (Fleury - Carandiru / Quércia / Montoro ) quando os atuais psdbistas eram do PMDB. Ou seja, há 28 anos os mesmos comandam São Paulo.

Você pode ver e pode comparar.

O candidato Geraldo Alckmin (clique aqui para ver o candidato apoiando o outro cadidato a deputado do PCC) , o continuísta da vez e que lidera a disputa com folga, vai dizer que São Paulo está bem melhor.
Aí este ordinário blogueiro te faz um convite: Assista o programa A Liga sobre insegurança! Este programa da Bandeirantes e produzido pela argentina Quatro Cabezas (a mesma do CQC) mudou a cara do telejornalismo em 2010.
No primeiro bloco ( para ver clique em: http://videos.band.com.br/v_69626_a_liga_inseguranca__parte_1.htm) o programa já chuta essa
argumentação tucana pro lado. Desde 2009 os índices de violência em SP vêem crescendo e não diminuindo)









O segundo bloco (para ver clique em:  http://videos.band.com.br/v_69627_a_liga_inseguranca__parte_2.htm) mostra que a
sensação de insegurança interessa a muita gente: a industria do medo e, mesmo sem dizer, a políticos que se reelegem com o discurso oposto ao que se vê na prática. É neste bloco que o mapa do crime na cidade é mostrado e surge a periferia e seu abandono social.
Mas é no terceiro bloco (para ver clique em: http://videos.band.com.br/v_69628_a_liga_inseguranca__parte_3.htm) que o programa nos coloca numa "sinuca de bico" porque a insegurança excessiva gera o preconceito, o preconceito gera a revolta, a revolta gera a violência, que gera a sensação de insegurança, que gera o preconceito...
Depois o espectador pode respirar um pouco e o velho discurso : Não reaja! vem para "instruir o espectador" no quarto bloco (para ver clique em:  http://videos.band.com.br/v_69629_a_liga_inseguranca__parte_4.htm)
No quinto bloco (para ver clique em: http://videos.band.com.br/v_69630_a_liga_inseguranca__parte_5.htm) me lembrei muito do livro
que li em 2001 Cidade de Muros: Crime, segregação e cidadania na cidade de São Paulo, de Tereza Pires Caldeira. É incrível que as pessoas com dinheiro preferem se isolar, construir muros e condomínios a se preocupar com a melhoria social do estado e da cidade.
O último bloco (para ver clique em: http://videos.band.com.br/v_69631_a_liga_inseguranca__parte_6.htm ) só me mostra o óbvio: as maiores vítimas da violência são os pobres, negros e favelados. Pois, ainda que a insegurança seja dita na imprensa e por todos como a grande preocupação da classe média e alta, quem sofre mesmo é a periferia. E aí, meus caros, ninguém precisa me contar. Eu vivi de perto isso em 2007, quando 05 jovens, entre eles um ex-aluno meu, foram abordados na rua e chacinados, sem nenhuma explicação aparente.

Ou seja, o senhor Geraldo Alckmin pode até ganhar esta eleição. Mas, por favor, não nos faça de imbecil e estúpidos dizendo que a violência diminuiu, que o PSDB implanta programas sociais, que não existe mais o PCC (clique aqui para ler Policiais desmentem Goldman sobre PCC) e, principalmente, que São Paulo está melhor. Porque vocÊs só estão há 28 anos no poder porque os moradores das Cidades de Muros deste estado não conseguem ver que enquanto houver miséria e pobreza não haverá paz e enquanto o PSDB estiver no governo não haverá diminuição da miséria e da pobreza, mas o seu agravamento.


Queda de público no brasileirão preocupa

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Toda terça-feira o jornal Lance publica estatísticas do campeonato brasileiro de futebol. Comprei  a edição de hoje para observar algo que visualmente já tinha constatado.
Desde o lançamento do campeonato na excelente fórmula dos pontos corridos, em 2003, temos uma queda vertiginosa da média de público no campeonato que em 2007 foi de 17.255 , em 2008, 16.172 e em 2009 17.914.
Em 2010 até agora a média é de 11.124.
Sem nenhuma análise científica para o fato, se é que é possível tê-la, este blogueiro tem lá suas opniões para essa diminuição da média.
Em 1º o esdrúxulo calendário que fez o campeonato começar e parar após 7 rodadas para a Copa do Mundo.
Ora. Um campeonato brasileiro, em geral, começa com o público baixo e a medida que as rodadas vão passando o público se dá conta de que ele está acontecendo e passa a frequentar os estádios. A pausa ocorrida esfriou tudo novamente e foi como se o campeonato tivesse começado na 8ª rodada, sendo que as primeiras sete, antes do campeonato pegar, também contam na média.
E aí eu pergunto: precisava ter parado o campeonato?
A seleção brasileira quase não tinha jogador dos times locais. A CBF podia então ter mantido uma rodada por semana com todos os jogos no mesmo dia e horário e por quatro rodadas apenas não teríamos tido a pausa nas atividades.
Além disso, os jogos da Copa na África não eram transmitidos de noite no Brasil. Logo, teria espaço para continuar a competição. Impossível ter uma explicação racional para a pausa.

No mais, este campeonato sofre de um problema sério: grandes estádios fechados para reformas da Copa do Mundo 2014 e times que lideram sem estádio próprio.

E aí você vê o quanto ainda somos desorganizados. Porque desde o começo de 2010 o Clube dos 13 que deveria organizar os clubes no Brasil poderia ter criado um planejamento de ação e marketing para que o torcedor sentisse que os estádios menores são também as suas casas. E mais: seria preciso uma ação integrada de Cruzeiro, Atlético MG, Flamengo e Fluminense (só para citar os mais afetados pelo momento) para definir sedes e facilidades para a chegada do torcedor.

Fora, é bom dizer, que a atitude mesquinha do presidente do Corinthians faz o time que luta pelo título jogar num estádio para 30 mil pessoas quando podia jogar num de 60 mil, lotando-o toda semana e fazendo o futebol estar na boca do povo novamente.
Somos um país caótico em organização futebolística e não é de hoje. O problema é que o caos de 2010 gerará rapidamente aqueles pseudo-comentaristas que dirão que a queda de público é por causa da fórmula do campeonato e não pela incompetência de nossos dirigentes.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O mundo corporativo não muda.

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É interessante ver na voz do capital o que eles pensam de nós, jovens, dinâmicos, ousados e formadores de um novo mundo.
Nesta matéria abaixo da editora abril é curioso que ela aponta para a necessidade das empresas se adaptarem, mas acaba sempre colocando a hierarquia como ponto fundamental e usa do pessoal do RH pra dizer; voce, jovem, tem de se adequar.



O fato é que a tal horizontalidade é mais democrática e, por isso mesmo, mais difícil de lidar. No fim, os gestores sempre optam pela forma tradicional e ditatorial: advertências e demissões.

Como Neymar, jovens criam problemas nas empresas

Gestores esforçam-se para entender e travar diálogo com a ‘geração Y’, que alia dinamismo e audácia a doses de insubordinação e desrespeito

Desrespeito à hierarquia e certa dose de atrevimento, dentro e fora dos campos, transformaram o talentoso atacante dos Santos, Neymar, em exemplo de insubordinação juvenil. Para os especialistas ouvidos pelo site de VEJA, a conturbada relação do atleta de apenas 18 anos com seu superior, o ex-técnico Dorival Júnior, não é um caso isolado, pelo menos no universo corporativo. O exemplo é representativo dos desafios por que passam gestores de empresas dos mais diversos portes ao recrutar profissionais em início de carreira. As empresas, dizem os especialistas, devem aproveitar o que esses jovens têm de bom, mas sem abrir mão de valores corporativos fundamentais. A solução é o diálogo.




Dinâmicos, brilhantes, interativos e audaciosos, mas também impacientes, descomprometidos, desrespeitosos e até insubordinados. Estes são traços comuns aos integrantes da chamada ‘geração Y’, formada essencialmente por jovens nascidos entre 1979 e 1995. Tais características foram moldadas em um meio bem diferente do mundo a que estavam acostumadas as gerações anteriores: a internet. Neste ‘novo’ universo, tão caro aos mais jovens, predominam as relações horizontais, fáceis e sem barreiras; a total independência para definir horários e prioridades; uma boa dose de narcisismo e o costume de ter tudo sempre à mão, ou melhor, a um clique. Por fim, muitos de seus membros vêm de famílias com pais ausentes, o que só agrava a dificuldade de lidar com figuras de autoridade.



O comportamento deste grupo, que hoje enfrenta seus primeiros desafios profissionais, costuma causar, a priori, estranhamento. Hoje, não são incomuns relatos de jovens recém-contratados que, sem cerimônia, questionam – quando não criticam – diretamente seu superior. Qualquer semelhança com o caso Neymar não é mera coincidência, dizem os especialistas.



As empresas, por sua vez, a despeito de estarem inseridas na era tecnológica, possuem também seus traços culturais – de outra época, é claro, quando a sociedade era pensada como algo menos mutável e mais estratificado. Valorizam, por exemplo, o respeito, a hierarquia, o trabalho em equipe, além do cumprimento de inúmeras regras, horários e metas.



Embate é natural – Diante dessas distinções, Paula Giannetti, superintendente do departamento de Recursos Humanos do Grupo Santander, explica que o embate é inevitável, e precisa ser encarado como algo natural. “O jovem da atualidade sabe o que é ser um indivíduo e quer ter poder de escolher”, afirma.



Para se adaptar a este ‘fenômeno cultural’, as empresas esforçam-se para entender a geração Y. A própria Paula Gianetti coordena uma iniciativa que visa atingir esse objetivo. Trata-se da rede social ‘Caminhos e Escolhas’, do Santander. É a forma que o banco encontrou para se aproximar do público jovem e ouvir suas demandas, mas também para comunicar seus valores e, até, selecionar candidatos para vagas de trabalho.



Os especialistas alertam para os mais problemáticos aspectos negativos dessa geração: a ambição desmedida, a falta de compromisso e o atrevimento. Diante deles, os gestores defendem que as empresas não arredem pé de conceitos fundamentais ao bom andamento dos negócios, como respeito, fidelidade e foco no trabalho.



Defesa dos princípios – Manter comunicação com a geração Y não significa aceitar passivamente deficiências incômodas de alguns jovens, as quais podem, a propósito, prejudicar eles próprios. “A arrogância desta nova geração é clara e pode trazer conseqüências desagradáveis para sua carreira. Ambição é muito diferente de quebra de hierarquia. O jovem precisa atravessar um longo caminho para chegar onde deseja e não almejar a patente mais alta da corporação em apenas um ano”, explica Renato Grinberg, diretor do site Trabalhando.com.br.



Para Grinberg, os ambientes sociais diferentes – o corporativo e do jovem em início de carreira – têm de, em vez de se repelir, se aproximar a fim de extrair o que há de melhor em cada um. Frente a esse desafio, alguns administradores de empresas ainda estariam um pouco perdidos. “Alguns chefes chegam a instigar os jovens a interpelar hierarquias, devido ao talento que mostraram ao longo do tempo. Por outro lado, há aqueles que tentam frear a ansiedade dos mais novos ao lhes oferecer um plano de carreira, com boas perspectivas de crescimento e, mais importante, preparação para encarar a sucessão natural dos cargos dentro da empresa”, analisa Fernando Montero, diretor da Human Brasil.



A fórmula correta para apaziguar os ânimos e extrair dos jovens tudo o que eles possam oferecer tem de ser encontrada por cada companhia. A busca do diálogo, contudo, continua a ser o básico – ainda que, para isso, seja preciso lançar mãos das ferramentas da própria internet.



Os especialistas são unânimes em afirmar que o balanço final é favorável. A chegada dos jovens ao mercado de trabalho agrega uma série de valores às empresas. “Vamos olhar de maneira positiva, por exemplo, para o fato de o jovem querer fazer tudo ao mesmo tempo. Pode-se aprender muito com eles”, ressalta Paula Giannetti. Entretanto, esse profissional precisa conhecer bem os limites a sua volta. “O jovem de destaque, para que conquiste o sucesso efetivo, deve honrar seus compromissos na empresa para que seus gestores adquiram confiança”, afirma Renato Grinberg.

domingo, 26 de setembro de 2010

Debate na record foi importante

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Neste domingo pudemos conferir o debate Record de presidenciáveis, que aliás comentei online no twitter @daniciasca 

O debate foi o mais interessante de todos os que aconteceram até agora. Mas não pelo formato, que foi muito parecido com os demais, mas porque o momento político agora é outro.

Do ponto de vista do meu candidato Plinio 50 (clique aqui pra ver porque voto nele) o debate foi bom, mas não foi seu melhor. No primeiro bloco ele partiu pra ataques pessoais que não é sua característica. Depois, segundo bloco ele se perdeu muito. Do meio para o fim se recuperou e voltou a trazer os temas relevantes da campanha.

Ocorre que no começo a estratégia era passar a Marina tirando os votos dela e da Dilma, afinal, os 3 são ou eram petistas. Aliás essa foi a marca do debate. Plinio tentando tirar votos da Dilma e da Marina. Marina tentando tirar votos da Dilma e deixar o Serra pra trás. Serra isolado, querendo polarizar com a Dilma, mas não conseguindo e Dilma muito na defensiva.
Na minha opinião quem assistiu ao debate e estava indeciso possivelmente não escolheu o Serra e ficou entre os outros 3 candidatos. Pena que não tínhamos o Zé Maria 16 pra esquentar ainda mais o debate.


Aproveite e veja em quem voto:
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São Paulo não quer quem bate em mulher parte 02

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A propósito do tema já lançado na postagem  São Paulo não quer quem bate em mulher (clique aqui para ver) segue nova matéria publicada neste domingo na Folha (aquela que acha que a ditadura no Brasil foi branda e considera sua cobertura sobre as eleições 2010 imparcial)


26/09/2010 - 08h02




Netinho já tinha batido em mulher antes de agredir ex
por DANIELA LIMA e FLÁVIO FERREIRA


Netinho de Paula (PC do B), que hoje divide a liderança em São Paulo na disputa pelo Senado, costuma chamar de pontual o episódio em que foi acusado de espancar a ex-companheira Sandra Mendes, em 2005.




O atual candidato, porém, foi condenado por agredir e ofender uma funcionária da Vasp, em julho de 2001.


O vereador foi processado pelo Ministério Público sob a acusação de ter dado uma "chave de braço" em Nilda Pisetta, supervisora da extinta companhia aérea. Em novembro de 2002, como punição, foi obrigado a pagar cem latas de leite em pó.


Mas o cantor teve de desembolsar mais para quitar o episódio. Nilda apresentou à Justiça uma ação civil de indenização por danos morais contra Netinho.


Na sentença, o juiz afirmou que "ficou cabalmente demonstrado" que Nilda foi agredida, "com virulência desproporcional" e condenou Netinho ao pagamento de R$ 80 mil.


ACORDOS


Após a decisão os dois fizeram um acordo, mas o valor negociado não foi publicado no "Diário Oficial" do Estado. Procurada pela Folha para comentar o caso, a assessoria de Netinho não respondeu.


A agressão à ex-mulher, que ocorreu quatro anos após o episódio com a supervisora da Vasp, também foi resolvida com um acordo.


No dia 2 de fevereiro de 2005, Sandra denunciou o espancamento. Cerca de um mês depois da denúncia, os dois afirmaram à Justiça terem entrado em acordo, o que finalizou o processo.


A ex-mulher do candidato iniciou a ação por um escritório de advocacia, que foi afastado do caso após o início da mediação do acordo.


Esse escritório reivindica até hoje o pagamento de honorários pelos serviços prestados a Sandra. À Justiça Netinho declarou ser pobre e pediu para não arcar com as despesas do processo.


O acordo com a ex-mulher foi registrado em cartório, fora dos tribunais, e está anexado ao processo movido pelo escritório contra Netinho.


Segundo o documento, o cantor se comprometeu a pagar R$ 850 mil a Sandra, R$ 300 mil à vista, e o restante em 12 prestações. Ela também teve direito a um carro de luxo e a um plano de saúde por dois anos.


Quem conheceu Netinho durante a juventude estranha a violência demonstrada após a fama. Na Cohab de Carapicuíba, os antigos vizinhos lembram de um rapaz animado. "Ele ensaiava com os meninos no parquinho aqui na frente", conta Teresinha Rodrigues da Paixão, de 71 anos, que é vizinha do prédio onde Netinho viveu.


"Os meninos" a que Teresinha se refere são os oito músicos que, ao lado de Netinho, foram alçados à fama com a banda Negritude Júnior, na década de 1990. Netinho era o vocalista, e foi "convidado a sair" do conjunto em 2001.


Dois dos integrantes ouvidos pela Folha afirmaram que Netinho saiu porque estava fechando contratos à sombra da banda.


"A gente só se deu conta do que estava acontecendo no dia em que ele fechou com uma emissora de TV", contou Nenê, que toca contra-baixo e violão no grupo.


Em entrevista à Folha, publicada na última quarta-feira, Netinho disse sentir saudade dos ex-companheiros. "Mas não tenho do que reclamar. Segui um caminho bom pra mim", afirmou.


OUTRO PROCESSO


O grupo entrou com um processo para impedir que Netinho continuasse usando a marca Negritude em seus negócios. A ação correu em segredo de Justiça, a pedido da banda e a contragosto da advogada, Luzia Maglione.


"Eles tinham uma preocupação muito grande. Não queriam alimentar boatos. Pediram o segredo e também não quiseram cobrar indenização", contou a advogada.


O processo foi iniciado em 2003 e pedia apenas interrupção do uso da marca. A decisão saiu no fim de 2006, com ganho para a banda. Mas o juiz estabeleceu que, não cumprindo a determinação, Netinho pagasse multa de R$ 3.500 por dia de uso indevido da marca.


A demora em seguir a determinação da Justiça gerou uma dívida de cerca de R$ 400 mil do cantor com a banda, que não foi paga até hoje. "Ele não tem nada no nome dele. A maior parte das ações das empresas ficam no nome dos filhos", disse Luzia. A assessoria do cantor não respondeu sobre essa dívida.


Veja esse excelente vídeo que trata do tema.



aproveite e clique aqui para ver o especial Eleições 2010

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Último dia

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