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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pra saúde, gay ainda é grupo de risco.

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Para quem milita no movimento LGBT é revoltante, em 2013, ainda se deparar com isso.
Eram 7h da manhã quando passa na TV TEM de Sorocaba uma matéria sobre teste gratuito de doenças sexualmente transmissíveis, na cidade de Tatui.
Enquanto a matéria acontece, observe o cartaz da Campanha colado no Posto de Saúde.
Eu só conseguia pensar:
ainda hoje, um cartaz reforçando o preconceito, a ideia do grupo de risco?
Porque a pessoa chega no posto de saúde e vê esse cartaz. Qual a mensagem subliminar?
Aids = doença de gay.
INACREDITÁVEL!
Mas você pode até tentar argumentar: você tá viajando? Ninguém mais pensa isso!
Pois bem...
Numa dinâmica realizada há duas semanas com adultos, uma personagem era identificada como menino gay e os demais precisavam conversar com ela para que ela sentisse pelas reações quem ela era.
Após algum tempo de dinâmica eu pergunto:
-E aí, descobriu quem você é?
- Devo ser algo grave.
- Por quê?
- Primeiro disseram pra eu ser feliz como eu era e depois mandaram eu usar camisinha.
- Então, quem você acha que é?
- Uma pessoa com Aids.

Voltando à campanha. Eu entro no sítio pra saber da campanha e qual não são as minhas outras surpresas:
 1. é uma campanha financiada pelo governo federal.
2. tem videos e fotos com artistas famosos.
3. até Ney Matogrosso caiu nessa roubada.

Revoltante

domingo, 6 de maio de 2012

Olhos azuis

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Preconceito. Esta é uma palavra difícil de se entender o significado até se passar por um.
Ele é devastador da psiqué humana e é, em muitos casos, a explicação para uma série de atitudes agressivas que vemos por aí.
Esse filme que a GNT transmitiu é uma porrada forte no estômago. Não somente por tratar do racismo nos E.U.A , mas porque essa situação pode ser extendida ao preconceito contra gays, idosos, crianças com deficiência, etc...
Se hoje falamos tanto de bullying, precisamos entender como se dá esse processo na mente do bulinado.
Por isso,


ver esse filme é de suma importância.
Tive contato com ele numa aula de psicologia social e ele revela muitas coisas, mas a principal para mim é:
"Não fazer nada é estar de acordo com o opressor"
 
 
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Cantor evangélico americano cria polêmica;

Já aviso antes. A musica e o clipe são fortes!






O cantor gospel americano Theory Hazit está causando polêmica entre a comunidade evangélica, devido ao lançamento dosingle “Concealed Sorrow”, que retrata a história real de um adolescente gay. A letra da música e o clipe baseiam-se nesta história, contada porTony Campolo, que lamentou o bullying de seu ex-colega de classe,Roger. O jovem gay cometeu suicídio, assim como o personagemNicky, de Hazit.


rapper defende sua música: Eu escrevi Concealed Sorrow na esperança de que a Igreja ouça, veja, e pratique o amor de Cristo à todos os que lutam. A música dividiu opiniões entre os setores evangélicos norte-americanos. Os críticos a classificaram de “apelativa”; já as igrejas mais proguessistas acreditam que a introdução desta temática (o bullying homofóbico) é importante.


Theory Hazit, o rapper que iniciou sua carreira no começo dos anos noventa, lançou um videoclipe para a canção, dirigido por Donald W. Martin Jr. O vídeo apresenta o isolamento e a violência que Nicky e outros renegados da sociedade enfrentam, e a “falta de mãos de ajuda dos cristãos para alcançá-los”.


fonte: redação mundo mais

terça-feira, 5 de julho de 2011

SP, capital da intolerância

Mais um ataque de intolerância na cidade. Por sorte, dessa vez os agressores foram presos em flagrante. Até quando veremos isso... (clique aqui para continuar)

terça-feira, 21 de junho de 2011

"Com alguém que fez valer o seu voto"

Pra quem combate o preconceito e a discrimicação essa é uma entrevista que deve ser vista.
Com isso, na semana da maior Parada LGBT do mundo farei um especial sobre o tema. Confira!
Para ver o que já 
publiquei antes, 
clique aqui






quinta-feira, 26 de maio de 2011

Cala a boca, Dilma!

Se você não viu o material, como diz que não viu nesse vídeo, porque vetar o kit anti-homofobia?

Não me venha com esse papinho de propaganda de opção sexual, sua anta. Primeiro porque a homossexualidade não é uma opção, mas uma orientação sexual.
Segundo porque todos nós sabemos que o veto ao kit tem razões políticas para segurar a convocação do seu ministro Palloci, um dos petistas mais psdbistas que conheço, no congresso para dar explicações sobre seu rápido enriquecimento.
Então, 


CALA A BOCA, DILMA!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Petição pública repudia declarações racistas e homofóbicas do deputado.

ASSINE 


Depois de comentários considerados racistas e homofóbicos veiculados em entrevista ao programa CQC, na última segunda-feira, 28, uma petição pública foi instalada em repúdio ao deputado e a essas declarações. Na manhã desta terça-feira, 30, a petição já contava com mais de 100 mil assinaturas. O objetivo e contar com 1 milhão de assinaturas .e encaminhar a petição para a OAB (que vai pedir a cassação do  deputado por quebra de decoro parlamentar), aos advogados da cantora Preta Gil (que vai processar o deputado civil e criminalmente pelas declarações) e ainda para a mesa diretora da Câmara, para que integre processos contra as posições do deputado.

Para quem estiver afim de participar da petição pública, o link é ESSE

sexta-feira, 25 de março de 2011

O descaso e a intolêrância em SP

É inacreditável, mas na quarta, 23 mais um caso de agressão a gay na região dos jardins foi registrado. Antes de relatar a história
clique aqui para continuar.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

SP, capital da intolerância 02

clique aqui e veja sobre homofobia no blog

Mais um ataque homofóbico. Agora na rua Frei Caneca, na madrugada de sabado pra domingo. Nem sei mais o que dizer. Veja o vídeo:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

SP, capital da intolerância

Esta é São Paulo, reduto da violência, da intolerância, do fascismo brasileiro e, agora, da homofobia. A mesma cidade que abriga a maior parada gay do mundo produz isso:

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Adolescentes homofóbicos 3: Foragidos

A prisão desses FDPs  foi decretada. Só um se entregou os outros


Do uol...
Um dos menores acusados de agredir cinco pessoas na avenida Paulista, na região central de São Paulo, se entregou no final da tarde desta quinta-feira na vara da Infância e da Juventude, de acordo com a assessoria de imprensa da Fundação Casa.


O menino, de 17 anos, estava acompanhado de familiares e do advogado. Depois de passar por uma audiência com o juiz, ele foi levado para a unidade de atendimento inicial da Fundação Casa e, em seguida, seria levado para uma unidade de internação provisória.


Os outros quatro menores, cuja apreensão foi determinada pela Justiça na última terça-feira (23), ainda não se entregaram. Eles são considerados foragidos, já que não foram localizados pelo oficial de Justiça responsável pela apreensão.

Segundo o delegado-assistente do caso, Renato Felisoni, o oficial de Justiça foi informado de que eles não são vistos lá há vários dias. "Eles estão tentando não ser pegos", disse o delegado.

Um dos advogados de um dos meninos de 16 anos, Davi Gebara Neto, disse que não sabe onde está seu cliente. Os outros defensores não foram localizados.

Os meninos são acusados pela polícia de serem os responsáveis pela agressão a cinco pessoas, em quatro ataques diferentes, no último dia 14.

Jonathan Lauton Domingues, 19, que também é acusado das agressões, deve ter a prisão preventiva pedida pela polícia até sexta-feira (26).

INTERNAÇÃO

A 1ª Vara da Infância e Juventude de São Paulo decretou na segunda-feira (22) a internação na Fundação Casa (antiga Febem) dos quatro adolescentes envolvidos nas agressões. A internação foi pedida pela promotora da Infância e Juventude Ana Laura Lunardelli. O caso está sendo investigado pelo 5º DP (Aclimação) e ainda não há denúncia formal. Cabe recurso à decisão.

O advogado Alexandre Dias Afonso, que defende um dos meninos, afirmou que vai recorrer da decisão. De acordo com ele, os adolescentes cumprem todos os requisitos necessários para responderem em liberdade.

O delegado Renato Felisoni, responsável pelo caso, disse que deve entregar o inquérito sobre o caso para o Ministério Público na próxima sexta-feira (26). A polícia já havia informado que irá indiciar os jovens sob suspeita de lesão corporal gravíssima e formação de quadrilha, mas o delegado disse acreditar que há elementos suficientes para que a Promotoria os denuncie (acuse formalmente) também por tentativa de homicídio.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Adolescentes homofóbicos 2

Jonathan Lauton, um dos agressores
homofóbicos
To puto! To indignado de acompanhar essa história e vou me revoltar se esses moleques, homofóbicos e bandidos ficarem soltos.
Mais uma vítima clique em mais informacoes:


Do uol...

A Polícia Civil de São Paulo informou nesta terça-feira que mais um jovem se apresentou informando que também teria sido vítima de agressões pelo mesmo grupo de jovens --quatro adolescentes e um adulto-- suspeitos de ataques no dia 14 na avenida Paulista.


De acordo com a polícia, ele seria a quinta pessoa agredida. O rapaz teria apanhado na saída de uma festa, em Moema, no mesmo dia das outras agressões.


Segundo o delegado José Matallo Neto, o jovem, um estudante de 19 anos, teria esbarrado em um dos meninos, de 17 anos. Ele teria, então, sido espancado pelo grupo.

O rapaz ainda tem sequelas: está com parte dos dentes amolecidos e não consegue se alimentar direito. Ele terá que passar por tratamentos dentários para se recuperar.

INTERNAÇÃO

A 1ª Vara da Infância e Juventude de São Paulo decretou ontem a internação na Fundação Casa (antiga Febem) dos quatro adolescentes envolvidos nas agressões. A internação foi pedida pela promotora da Infância e Juventude Ana Laura Lunardelli. O caso está sendo investigado pelo 5º DP (Aclimação) e ainda não há denúncia formal. Cabe recurso à decisão.

O advogado Alexandre Dias Afonso, que defende um dos meninos, afirmou que vai recorrer da decisão. De acordo com ele, os adolescentes cumprem todos os requisitos necessários para responderem em liberdade.

O delegado Renato Felisoni, responsável pelo caso, disse que deve entregar o inquérito sobre o caso para o Ministério Público na próxima sexta-feira (26). A polícia já havia informado que irá indiciar os jovens sob suspeita de lesão corporal gravíssima e formação de quadrilha, mas o delegado disse acreditar que há elementos suficientes para que a Promotoria os denuncie (acuse formalmente) também por tentativa de homicídio.

Na semana passada, o segurança de um prédio da avenida Paulista que presenciou uma das agressões prestou depoimento no 5º DP. Rafael Fernandes disse à polícia que, depois de socorrer o jovem agredido, perguntou aos agressores por que tinham avançado contra ele. "Batemos porque ele é veado, foi o que eles me responderam. Aparentemente, foi preconceito", disse o segurança.

ATAQUES


Os jovens são suspeitos de três ataques no mesmo dia na avenida Paulista. Eles são de classe média, e, conforme relatos iniciais, as agressões ocorreram sem motivo aparente.

Dois dos ataques ocorreram por volta das 6h30 próximo à estação Brigadeiro do Metrô, na av. Paulista. Os jovens, segundo a família e advogados, voltavam de ônibus de uma festa em Moema.

De acordo com as vítimas Otávio Dib Partezani, 19, e Rodrigo Souza Ramos, 20, eles estavam próximos a um ponto de táxi quando viram o grupo caminhar na direção de ambos, mas sem demonstrar qualquer agressividade.

Mas quando o grupo chegou próximo aos dois iniciou os ataques. O grupo dizia, segundo as vítimas, "Suas bichas", "Vocês são namorados!". Rodrigo fugiu para o metrô, quando Otávio foi agredido por três rapazes.

Logo após essa agressão, o quinteto atacou outro jovem, Luís, 23, que estava com dois colegas. Ele foi ferido no rosto e na cabeça com lâmpadas fluorescentes. Os colegas não foram agredidos, segundo a polícia. Seu sobrenome foi preservado a pedido dele.

Testemunhas que viram as agressões chamaram a PM e os jovens foram levados para o 5º DP (na Aclimação). O agressor de 19 anos chegou a ser preso, mas foi liberado para responder em liberdade.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Adolescentes homofóbicos


SÃO PAULO – Cinco adolescentes agrediram três gays na Av. Paulista na manhã deste domingo, 14. Dos agressores, quatro são menores de idade, entre 16 e 17 anos, e um de 19 anos. A primeira agressão do grupo de amigos homofóbicos aconteceu contra os dois rapazes na altura da estação Brigadeiro do metrô, por volta das 7h.

Conforme informou o R7, os dois jovens foram feridos com
socos e pontapés. Um deles conseguiu fugir para a estação do metrô. O outro foi bastante ferido e encaminhado para oHospital Oswaldo Cruz, no bairro Vergueiro.

Conforme os agredidos e testemunhas, os agressores gritaram durante o ataque: “Suas bichas, vocês são namorados. Vocês estão juntos". Já o terceiro agredido foi o estudante de jornalismo Luis Alberto, 23.

Segundo ele, um dos agressores o chamou e, quando ele se virou, foi atingido por uma lâmpada florescente, que estava em uma lixeira próxima ao local. A polícia foi chamada por um radialista de 34 anos, que passava pelo local. Presos, os agressores foram encaminhados ao 5º Distrito Policial, no bairro da Aclimação. Segundo o delegado Alfredo Jang, a motivação parece ter sido mesmo a homofobia. “Foi uma violência gratuita, covarde e sem possibilidade de defesa”, disse Jang.

Pais ausentes, filhos homofóbicos – Familiares dos agressores estavam na delegacia. Apenas a mãe de um deles comentou o caso. Trata-se da publicitária Soraia Costa, 37. Segundo ela, os agressores – inclusive seu filho – estudam em uma escola do bairro Itaim Bibi, área nobre paulistana. Para justificar a ação violenta do filho de 16 anos e dos demais jovens ela disse: “Todos são crianças. Estão chorando. Foi uma atitude infantil. A palavra para descrever o que sinto não é vergonha, mas estou sensibilizada porque os meninos estão machucados”, disse a mãe do adolescente homofóbico.

Os menores agressores foram encaminhados para a Fundação Casa. O maior de idade foi indiciado por lesão corporal gravíssima e formação de quadrilha. De acordo com o delegado os jovens não fazem parte de grupo de skinheads. “São brancos, saudáveis, usam roupas normais e não têm tatuagens”, disse o delegado Jang.

Tal pai, tal filho – Para justificar a agressão gratuita, os jovenzinhos homofóbicos e filhos de papai e mamãe, disseram que agrediram os gays porque foram "cantados". O pai de um dos agressores mostra a postura dos filhos diante do que declarou. Segundo afirmou, cogita a possibilidade de processar o gay que teria dado a "cantada" no seu filho por aliciamento de menores.

No entanto, se eximiu das suas responsabilidades do que prega o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que pune pais que deixam os filhos menores de idade na rua após às 22h. Os advogados dos burguesinhos homofóbicos vão dar entrada de um pedido naVara da Infância e Juventude que não entre com o pedido de custódia, ou seja, de prisão dos adolescentes. Veja a reportagem do R7:



fonte: site Mundo mais

quarta-feira, 14 de outubro de 2009