Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de março de 2020

Cinema brasileiro 03 - Cabra Cega

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Esta publicação será feita em brasileiro e em catalão. 
(Aquesta publicació serà també en català. Així jo puc practicar-ho una mica més). 
É uma forma que encontro de praticar esta nova 
língua e também para conversar com pessoas que conheço agora nessa língua e que não falam brasileiro.

Os anos 1964-1984 foram muito difíceis no Brasil. Anos de nenhuma liberdade, de opressão, tortura e violência estatal apoiada pela maior parte da população, sejamos honestos. Mas, havia quem resistia. O interessante do filme de Toni Venturi é que traz o ponto de vista dos derrotados (a luta anti ditadura militar) sem deixar de expor as contradições destes.
Usei muito este filme quando fui educador de audiovisual. Acho que é um filme excepcional em termos de narrativa (roteiro lindo de Di Moretti e Fernando Bonassi) e interpretações ( Débora e Leonardo Medeiros) e fala de uma história que jovens deviam estar atentos para que não se repetisse, como está a se repetir cada vez mais no Brasil de 2020.
——
El període de 1964-1984 va ser molt difícil per Brasil. Van ser anys de cap llibertat, d’opressió, tortura i violència del estat amb el suport de molta gent, hem de ser honests. Però, hi havia resistència. L’interessant de la pel·lícula de Toni Venturi és que ensenya la visió dels perdedors (és a dir, els que lluitaven contra la dictadura militar) sense deixar d’exposar les seves contradicions.

Vaig utilitzar molt aquesta pel·li cuan era educador d’audiovisual. Crec que és una pel·li boníssima en narrativa (guió de Di Moretti i Fernando Bonassi) i en interpretacions (Debora Duboc i Leonardo Medeiros) i, també, perquè parla de una història on joves haurien d’estar en compte per que no es repetís tot i que ja passi el mateix en el Brasil de 2020.

https://youtu.be/VDWbNnLVu3s










segunda-feira, 2 de março de 2020

Cinema brasileiro 02 - Hoje eu quero voltar sozinho

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Català - Brasileiro

La segona pel·lícula brasilera que us recomano es mes recent. Es diu “Hoje eu quero voltar sozinho” - Avui vull tornar sol - .
Es la historia d’un adolescent cec qui descobreix la seva sexualitat amb el seu amic de escola.
Una pel·li senzilla, on a mes a mes de ser una historia d’amor, ensenya sobre les relacions interpersonals sense melodrames. En aquest enllaç segueix la pel·li (sense subtítol)

https://www.filmelgbt.com/movies/hoje-eu-quero-voltar-sozinho/

O segundo filme brasileiro que acho que vale a pena ver e rever é “Hoje eu quero voltar sozinho”. Se o primeiro estava lá em 1995, este já é mais recente, de 2014. O grande mérito do filme é tratar tanto a sexualidade como a cegueira sem apelos melodramáticos. De uma forma bonita, conta uma historia que nos enche de esperanças em tempos tão sombrios.
No link acima você pode ver o filme completo.
Abaixo, a critica do Pablo Villaça sobre ele.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Cinema brasileiro 01 - terra estrangeira

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Esta publicação será feita em brasileiro e em catalão. 
(Aquesta publicació serà també en català. Així jo puc practicar-ho una mica més). 
É uma forma que encontro de praticar esta nova 
língua e também para conversar com pessoas que conheço agora nessa língua e que não falam brasileiro.

Não sou cinéfilo. Mas gosto e ver filmes. Especialmente filmes brasileiros. Neste momento em que o governo brasileiro ataca a cultura e, em especial, o cinema, penso em compartilhar com minhas amizades alguns filmes que vi e que gosto muito.
O primeiro tem um lugar especial no meu coração. É o “Terra Estrangeira” de Walter Salles e Daniela Thomas. O filme me toca de uma forma que assisti sete vezes no cinema desde sua estréia em 1995. Para saber um pouco sobre ele, leia a crítica nas imagens abaixo.
Ou, melhor, assista ao filme aqui no link do YouTube.

https://youtu.be/Nu4PvKypdEw




No sóc una persona del cine. Però m’agrada veure pel·lícules. Hi ha moltes brasileres que son bones.  Ara que el govern de Brasil comença a censurar’les penso ser un bon moment per compartir’les amb les meves amistats .
La primera que recomano es diu “Terra Estrangeria”. Es una pelicula de 1995 i parla de com nosaltres som obligats a deixar el país por les dificultats i com això afecta nostro sentiment de ser de qualsevol lloc.
La peli no està subtitulada, però si entens una mica del portuguès de Brasil (que diuré aqui “brasiler”) penso que hauries de veure-la.

(Clique na imagem para vê-la em separado).

































































segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Gênero e funk na escola

(clique no título acima para ver a postagem completa)


 "Sou feia mas to na moda": o funk carioca, a mercantilização do corpo e o feminismo" 




O documentário: algumas considerações.

O documentário "sou feia, mas tô na moda" com direção de Denise Garcia traz um pouco sobre história do funk brasileiro, sua origem, seus "inspiradores" e sua relação com: a violência na década de 90 e com o prazer nos anos 2000. Além disso, problematiza questões sobre a cultura do funk, o preconceito, a discriminação, o sexo, machismo e feminismo através de relatos de mc's, dj's e das moradoras e moradores das favelas cariocas.
O documentário começa no Rio de Janeiro, na favela Cidade de Deus, local em que

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Uma arte por dia #04

(clique no título acima para ver a postagem completa)
Desta vez não é uma obra, é uma artista:
CACILDA BECKER!

Cacilda Becker (1921-1969)
Quando Cacilda Becker morreu, em 1969, no intervalo de uma peça que representava para estudantes, em São Paulo, a classe teatral se declarou órfã. Carlos Drummond de Andrade expressou seu luto no poema Atriz, e, em um só verso, retrata Cacilda por inteiro: “Era uma pessoa e era um teatro”.

Cacilda tinha 48 anos, 30 como atriz, e já era um mito, considerada a primeira grande diva do teatro brasileiro, imortalizada pela paixão com que vivia sua arte. Em 1994, no dia em que se completavam 25 anos de sua morte, a Cia. De Teatro Uzina Uzona, celebrou a vida da atriz encenando a peça Cacilda!!!, do ator e diretor José Celso Martinez Corrêa.
Fredi Kleeman/Acervo ParticularCacilda Becker (1921-1969)Ampliar
  • Cacilda Becker (1921-1969)
Cacilda Becker Yáconis (é irmã da também grande atriz Cleyde Yáconis) nasceu em Pirassununga, interior de São Paulo, em abril de 1921. Iniciou-se na arte como bailarina, tentou ser pintora. A convite de uma amiga, foi para o Rio de Janeiro e estreou dirigida por Paschoal Carlos Magno em um espetáculo do Teatro do Estudante Brasileiro. “Quando encontrei o teatro, foi como se tivesse encontrado todas as artes que desejaria conhecer”, lembrou a atriz muitos anos depois.

Em 1942 voltou para a terra natal, para cuidar da mãe doente e lá ficou dois anos, trabalhando numa companhia de seguros. Nova passagem pelo Rio e a volta definitiva a São Paulo, onde deu aulas sobre comédia, na recém-fundada Escola de Arte Dramática. Integrou o lendário Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), com Ziembienski e Adolfo Celi, interpretando papéis em peças tão diferentes quando Antígona e A dama das camélias, mas foi com um papel masculino, em Pega Fogo, de Jules Renard, que se transformou em uma paixão dos que amam o teatro, encantando o público, avassalando atores e diretores, sob aplausos constantes da crítica.

Nove anos depois, funda sua própria companhia, o Teatro Cacilda Becker, junto com o marido, o ator Walmor Chagas, com quem teve uma filha, Maria Clara. No TCB, Cacilda interpretou peças de Ionesco, Dürrenmatt, Albee e Becket, introduzindo estes autores nos palcos brasileiros. No livro Uma atriz: Cacilda Becker, de Nanci Fernandes e Maria Theresa Vargas, Ziembinski relembra o alívio que foi para a atriz representar na sua própria companhia, livre de qualquer interferência ou compromisso que não fosse com o teatro.

Cacilda passou por períodos tão duros na vida que, na adolescência, roubou um pé de verdura em uma horta e, por má sorte, feriu o pé, contraindo tétano. O ferimento passou, mas a lembrança amarga ficou: “A fome é o que me dói até hoje”.
 Fonte:
Livro 100 Brasileiros (2004)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

David Lynch no Roda Viva

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Se você já o conhece, vale a pena ver a entrevista.
Se não o conhece, vale a pena conhecer-lo, mas principalmente ver seus filmes.
Desfrute!


 
Online Poker Counter Hit Online Casino Spielbank Online Casino Maple

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Falta educação pra quem vai ao cinema.

(clique no título acima para ver a postagem completa)

Começo a achar que terei de abandonar um dos meus maiores prazeres: ir ao cinema!
Está ficando insuportável assistir qualquer filme em qualquer sala. Não entendo a necessidade das pessoas comentarem com as outras o que estão vendo durante o filme.
Até entendo que as vezes da vontade de falar: olha isso, bla bla bla.
Mas será impossível guardar seu comentário pro final, naquele chop ou pizza depois?
Antigamente isso era muito comum nos cinemarks e shoppings do gênero. Por isso, eu fugia e sempre ia a cinemas alternativos.
Mas agora...
Nem nos cineclubes se tem silêncio.
E aí não dá, porque a visão do filme fica enviesada. É como se alguém pusesse um destaque no que você vê e você passa a ver não o que a sua subjetividade quer apreciar com o filme, mas o que a pessoa atrás quer que você veja.
Algumas tentativas eu já fiz: fazer psiu, virar no meio do filme e pedir silêncio, mudar de lugar...
Mas, está cada vez mais frequente.


E com você, acontece igual? Te incomoda?


 
Online Poker Counter Hit Online Casino Spielbank Online Casino Maple

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Links de Filmes para baixar


Em breve recolocarei os links que estavam no extinto Megaupload


Para baixar o Anjo Exterminador, 
legendado (clique aqui)












Para baixar Sicko clique aqui

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

1ª Mostra Etalon Yennenga de Cinema Africano

Na sequencia de atividades que marcam o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), será realizada em São Paulo a 1ª Mostra Etalon Yennenga de Cinema Africano. Os filmes serão exibidos entre os dias 21 e 25 deste mês na Matilha Cultural (Rua Rego Freitas, 542, Centro).
  


Realizada pela Odun Formação & Produção com apoio da Matilha Cultural e da Embaixada Francesa, a mostra é (clique aqui para continuar)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pessoas marcam nossa história

Existe pessoas que ficam pra sempre marcadas na nossa vida.
Quando eu fiz a minha segunda faculdade, logo no primeiro ano tive aula com um cara chamado Kiki.
O cara era Soda... e foi um dos responsáveis por me empolgar naquele ano de 2001.
Hoje revi um filme que ele passou naquela época:
Santo Forte - documentário de Eduardo Coutinho.
É bom demais!
Depois disso, vi quase todos os docs dele e sempre os acho bom.
Quer ver esse?
Assim que eu der um up nele posto aqui.

sábado, 1 de agosto de 2009

Chuva de verão em pleno inverno.

E não é que continua chovendo em Santos?
Que inverno é esse? Época de seca e frio.
Só nos resta então assistir mais clássicos...
Afinal, é sempre bom revê-los, não?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Rever os clássicos é sempre bom.

Quando se está apaixonado, ainda que seja um sentimento passageiro e imprevisível, não dá vontade de fazer isso?


Ainda mais com essa voz, esse sapato e essa música orquestrada,