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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
A PM de SP me dá nojo.
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dor de estômago, raiva, desprezo. São sentimentos que sempre me despertam quando sei algo da PM paulista. Agora essa:
Folha.com
dor de estômago, raiva, desprezo. São sentimentos que sempre me despertam quando sei algo da PM paulista. Agora essa:
Folha.com
Moradora relata abuso sexual de PM na desocupação do Pinheirinho
Um grupo de policiais militares é investigado sob suspeita de ter cometido uma série de abusos contra moradores da área do Pinheirinho, em São José dos Campos (97 km de SP).
Uma moradora afirmou ao Ministério Público Estadual que, durante a desocupação da área, em 22 de janeiro, um PM a obrigou a fazer sexo oral nele e também teve seu corpo tocado pelo militar.
O depoimento foi prestado ao promotor João Marcos Costa de Paiva e acompanhado pelo senador Eduardo Suplicy (PT), no dia 1º.
O comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, foi procurado nesta tarde pela reportagem, mas estava em reunião. Segundo um de seus assessores, o comandante irá atender a Folha ainda nesta sexta-feira para falar sobre o caso.
Há também relatos de que PMs comeram mantimentos de moradores do Pinheirinho durante a desocupação, que um dos militares chegou a ameaçar abusar sexualmente de um jovem que vivia no lugar, e que dinheiro dos moradores foi roubado.
Os moradores afirmam ainda que policiais consumiram cocaína em um veículo oficial e que levaram a droga para dentro da casa de uma família.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Rita Lee!
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Eu ja era fã, agora ainda mais. É assim que tem que tratar pm no brasil!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Como comentar uma notícia na televisão.
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Não sei se o comentarista continuará empregado depois desse comentário, pois sabemos que há muito a TV Cultura não é mais uma televisão independente, mas que é louvável ver uma avaliação tão lúcida sobre a ocupação e a reintegração do Pinheirinho, isso é.
E ainda atento para a simbologia que ele chama de "caricatural" do poder institucionalizado representado nas vestimentas dos moradores. Vale a pena pensar sobre isso!
Ah, se toda a tv comercial no Brasil fizesse análises tão lúcidas... Teríamos um outro país nascendo.
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Não sei se o comentarista continuará empregado depois desse comentário, pois sabemos que há muito a TV Cultura não é mais uma televisão independente, mas que é louvável ver uma avaliação tão lúcida sobre a ocupação e a reintegração do Pinheirinho, isso é.
E ainda atento para a simbologia que ele chama de "caricatural" do poder institucionalizado representado nas vestimentas dos moradores. Vale a pena pensar sobre isso!
Ah, se toda a tv comercial no Brasil fizesse análises tão lúcidas... Teríamos um outro país nascendo.
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sábado, 25 de junho de 2011
São Paulo parada!
Mas desta vez não é o enlouquecido trânsito que habitualmente paraliza a cidade. Tão pouco alguma greve ou uma enchente de dias chuvosos de janeiro.
O que parará a cidade de São Paulo neste domingo é a 15ª edição da Parada Gay.
Um evento de extrema importância, não só pela movimentação financeira, como insistem em dizer os jornalões do país, mas porque foi graças a elas que milhares de jovens puderam afirmar sua sexualidade e dizer: "eu existo".
Se hoje temos no Brasil um deputado que luta ativamente pela causa LGBT ou se todas as telenovelas retratam personagens gays e lésbicas ou ainda, se tanto se fala em kit anti-homofobia e em PLC122, é, na minha opinião, pela força que o movimento ganhou apenas dizendo "eu existo e somos milhões".
No entanto, nem tudo são rosas e purpurinas. Há dois anos que a Parada tem se transformado em um evento onde milhares de adolescentes, que não estão nessa batalha, seja por orientação ou simpatia, vão para beberem acima do necessário e causarem agressões, violência, tumultos e roubos.
A primeira cena dessa chocante reportagem de Roberto Cabrini é numa dessas Paradas! (se tiver estômago veja a matéria inteira).
Por isso, tenho dúvidas se estarei amanhã lá e, consequentemente, tenho dúvidas se vale a pena continuar com as paradas. A marcha anti-homofobia que rolou na Paulista, neste caso, deveria ser um passo adiante agora que o movimento ganhou visibilidade. Não sei direito, mas é como estou pensando neste momento.
Na matéria exibida neste sábado no SPTV,
a polícia militar ressalta que haverá um esquema forte de segurança. Oxalá tudo dê certo.
E você, vai na PArada? Acha que ela deve continuar acontecendo?
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O que parará a cidade de São Paulo neste domingo é a 15ª edição da Parada Gay.
Um evento de extrema importância, não só pela movimentação financeira, como insistem em dizer os jornalões do país, mas porque foi graças a elas que milhares de jovens puderam afirmar sua sexualidade e dizer: "eu existo".
Se hoje temos no Brasil um deputado que luta ativamente pela causa LGBT ou se todas as telenovelas retratam personagens gays e lésbicas ou ainda, se tanto se fala em kit anti-homofobia e em PLC122, é, na minha opinião, pela força que o movimento ganhou apenas dizendo "eu existo e somos milhões".
No entanto, nem tudo são rosas e purpurinas. Há dois anos que a Parada tem se transformado em um evento onde milhares de adolescentes, que não estão nessa batalha, seja por orientação ou simpatia, vão para beberem acima do necessário e causarem agressões, violência, tumultos e roubos.
A primeira cena dessa chocante reportagem de Roberto Cabrini é numa dessas Paradas! (se tiver estômago veja a matéria inteira).
Por isso, tenho dúvidas se estarei amanhã lá e, consequentemente, tenho dúvidas se vale a pena continuar com as paradas. A marcha anti-homofobia que rolou na Paulista, neste caso, deveria ser um passo adiante agora que o movimento ganhou visibilidade. Não sei direito, mas é como estou pensando neste momento.
Na matéria exibida neste sábado no SPTV,
a polícia militar ressalta que haverá um esquema forte de segurança. Oxalá tudo dê certo.
E você, vai na PArada? Acha que ela deve continuar acontecendo?
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Indigenas escancaram: o estado está ausente.
Assistir a essa matéria de televisão (ver abaixo) é uma importante aula das consequencias de um estado ausente.
A triste formação desta milícia indígena é um ato de desespero dos tikunas com a situação degradante em que
se encontram seus habitantes.
E quando eu digo estado ausente, não estou só a dizer da polícia federal. Quem vê a matéria com um pouco mais de cuidado percebe que falta aí uma política educacional e de promoção social do orgão competente: FUNAI.
Sem dúvida o Brasil é um país enorme. Mas não podemos permitir que os Tikunas formem grupos paramilitares, como também é preciso agir socialmente para que a área não seja uma favela indígena.
Está evidente que os valores tradicionais da cultura indígena estão perdidos neste local.
Cabe a FUNAI agir para resgatá-los e conseguir salvá-los da completa degradação.
A triste formação desta milícia indígena é um ato de desespero dos tikunas com a situação degradante em que
se encontram seus habitantes.
E quando eu digo estado ausente, não estou só a dizer da polícia federal. Quem vê a matéria com um pouco mais de cuidado percebe que falta aí uma política educacional e de promoção social do orgão competente: FUNAI.
Sem dúvida o Brasil é um país enorme. Mas não podemos permitir que os Tikunas formem grupos paramilitares, como também é preciso agir socialmente para que a área não seja uma favela indígena.
Está evidente que os valores tradicionais da cultura indígena estão perdidos neste local.
Cabe a FUNAI agir para resgatá-los e conseguir salvá-los da completa degradação.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Tá foda essa história do RJ
Seus fascistas do caralho.
Comemorem mesmo a entrada da polícia carioca nas favelas.
Afinal, temos a polícia mais honesta do mundo não é?
Não dá pra ver esse vídeo e não se revoltar!
E TEM MAIS
Comemorem mesmo a entrada da polícia carioca nas favelas.
Afinal, temos a polícia mais honesta do mundo não é?
Não dá pra ver esse vídeo e não se revoltar!
E TEM MAIS
domingo, 28 de novembro de 2010
Circo armado no RJ só engana quem quer.
É impossível falar sobre o que está acontecendo no Rio de Janeiro e não citar o filme
Tropa de Elite (clique aqui pra ver o que achei do filme).
Vou tentar então não repetir o que muito bem já disse o Marcelo Freixo (clique aqui para ler).
Lembrando então do filme: o primeiro começa falando sobre o trabalho do BOPE pra controlar os morros na visita do Papa ao Brasil.
Não é muito diferente do que a gente vê hoje. Só é mais escancarado.
O governo do RJ está fazendo o show pra inglês ver que a mídia golpista queria. Eu não estou aqui defendendo que o Estado continue ausente dos morros, das favelas, mas não é a polícia quem vai resolver o problema da violência no RJ.
Porque o que está sendo feito é a velha limpeza "étnica" e a tática de aproveitar do tema combate ao tráfico pra matar indiscriminadamente os pobres e pretos das favelas cariocas e, assim, diminuir um pouco dessa "gentalha" como a elite define os moradores da periferia.
O confronto, a meu ver, seria necessário nessa intensidade para desarticular o tráfico se já houvesse uma política pública de valorização dos demais moradores, dando saneamento básico, moradia, saúde e educação descente pros que moram ali.
Porque na atual situação, muito traficantes serão presos e mortos, mas o sistema que leva a criação destes personagens continua existindo e, em pouco tempo, outros assumirão seus postos.
Ou alguém duvida disso?
Tropa de Elite (clique aqui pra ver o que achei do filme).
Vou tentar então não repetir o que muito bem já disse o Marcelo Freixo (clique aqui para ler).
Lembrando então do filme: o primeiro começa falando sobre o trabalho do BOPE pra controlar os morros na visita do Papa ao Brasil.
Não é muito diferente do que a gente vê hoje. Só é mais escancarado.
O governo do RJ está fazendo o show pra inglês ver que a mídia golpista queria. Eu não estou aqui defendendo que o Estado continue ausente dos morros, das favelas, mas não é a polícia quem vai resolver o problema da violência no RJ.
Porque o que está sendo feito é a velha limpeza "étnica" e a tática de aproveitar do tema combate ao tráfico pra matar indiscriminadamente os pobres e pretos das favelas cariocas e, assim, diminuir um pouco dessa "gentalha" como a elite define os moradores da periferia.
O confronto, a meu ver, seria necessário nessa intensidade para desarticular o tráfico se já houvesse uma política pública de valorização dos demais moradores, dando saneamento básico, moradia, saúde e educação descente pros que moram ali.
Porque na atual situação, muito traficantes serão presos e mortos, mas o sistema que leva a criação destes personagens continua existindo e, em pouco tempo, outros assumirão seus postos.
Ou alguém duvida disso?
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